Redes Sociais – De Satanás a Jesus Cristo
A verdade é que a vida das pessoas mudou bastante após o
surgimento das redes sociais. Com a invenção do Orkut, em 2004, depois passando
pelo Facebook, Twitter, Whatsapp e as demais “mídias sociais”, a informação passou
a circular muito mais depressa e as pessoas a interagir em qualquer lugar do
planeta. “Passamos a ter o mundo na palma das mãos”. Postar, seguir, compartilhar, curtir, print são
palavras que viraram parte do nosso vocabulário. “Namorar” e “xavecar” pela
internet tornaram o “caminho da perdição” muito mais curto.
Hoje, as mídias sociais são bastante utilizadas para o
entretenimento, atividades ligadas ao comércio, esporte e indústrias. Na contra
mão, espalham notícias falsas ou ataques pessoais com muita rapidez. No campo
político, servem para divulgação da plataforma de governo e para “massificar” a
imagem do candidato. A “indústria da fé” foi beneficiada com o surgimento das
redes sociais. Quem é mais habilidoso, “vende a salvação” com mais eficiência e
obtém mais lucro. Por outro lado, os “fora da lei” tornaram-se mestres em
camuflar os contatos através delas.
Os incautos utilizam as mídias sociais para divulgar o culto
ao corpo, passeios, festas regadas a bebidas, um simples ato de tomar banho,
lavar roupa ou cozinhar. Essa exposição desnecessária poderá prejudicá-los
futuramente em relação à família, conflitos com a lei ou mercado de trabalho.
Preservar a intimidade pessoal e da família é sempre bom. Banalizaram-se as
imagens e filmes de cenas violentas. Vídeos de pessoas sendo degoladas vivas,
por exemplo, passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. Apesar de possuir
seus momentos de Satanás, as redes sociais são necessárias para a evolução da humanidade,
estão mais para Jesus Cristo. Da forma como estão evoluindo, poderá o Messias anunciar
a sua volta através de uma postagem ou de um compartilhamento.


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