Câmara Municipal - História e função democrática
Criada em 1913, ainda com o vereador sendo chamado
de “Vogal da Gestão”, a Câmara Municipal de Marabá, ao longo de sua história,
vem desenvolvendo seu papel constitucional dentro dos ditames das leis
norteadoras de um país democrático. Segundo a Wikipédia, Antônio da Rocha Maia,
Afro Sampaio e João Anastácio de Queiroz entre outros fizeram parte da Primeira
Legislatura. Hoje, ela ocupa um prédio moderno na Agrópolis do Incra, bairro do Amapá, faltando
apenas a instalação de um painel eletrônico para acompanhamento das votações
pela sociedade. Uma câmara municipal é parte integrante de qualquer país democrático
no mundo.
Hoje, composta por 21 vereadores, 17 se auto declaram como base de apoio ao gestor municipal e 4 atuam como oposição, posturas normais de um edil em qualquer democracia. A “Casa do Povo de Marabá” trabalha atualmente com um orçamento fixo para pagamento de pessoal, manutenção da estrutura física e atendimento aos vereadores no desenvolvimento do trabalho legislativo, conforme prevê a Lei Orgânica Municipal. Segundo o atual presidente, Vereador Pedro Correa Lima, o orçamento é suficiente para quitar a folha salarial, pagar fornecedores e encargos sociais. Existe um equilíbrio entre receita e despesa, afirma o vereador.
Hoje, composta por 21 vereadores, 17 se auto declaram como base de apoio ao gestor municipal e 4 atuam como oposição, posturas normais de um edil em qualquer democracia. A “Casa do Povo de Marabá” trabalha atualmente com um orçamento fixo para pagamento de pessoal, manutenção da estrutura física e atendimento aos vereadores no desenvolvimento do trabalho legislativo, conforme prevê a Lei Orgânica Municipal. Segundo o atual presidente, Vereador Pedro Correa Lima, o orçamento é suficiente para quitar a folha salarial, pagar fornecedores e encargos sociais. Existe um equilíbrio entre receita e despesa, afirma o vereador.
A CMM mantém o Projeto Escola do legislativo, realiza
atendimento às associações de bairro, sindicatos, conselhos municipais e os
órgãos de controle. Além disso, os vereadores recebem as mais variadas
denúncias oriundas da sociedade e a Câmara adota as providências cabíveis relativas aos
fatos. Apenas as sessões itinerantes na zona rural e nos bairros ainda não
tiveram início na gestão de Pedro Correa, mas as sessões semanais são
transmitidas ao vivo pelo facebook, podendo ser acompanhada por qualquer
cidadão toda terça e quarta-feira.
Desempenhando seu papel
principal na elaboração das leis municipais, Pedrinho considera a relação de sua gestão com o executivo
municipal dentro dos limites democráticos previstos na Constituição Federal.
“Às vezes, a criação ou mudança de uma lei não agrada a determinados setores da
sociedade, mas a aprovação dela se torna necessária para equilibrar o orçamento
do município e para o bem de toda a população”, argumenta Pedro Correa. A democracia não existe sem as câmaras municipais.




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