Justiça Inicia Julgamento do Acusado de Matar Aluna Dara Alves
Ontem, 29/11/2017, circulou nas redes sociais uma
mensagem atribuída a Nilza Alves da Silva, mãe da aluna Dara Vitória Alves da Silva, 16 anos, solicitando apoio à sociedade
marabaense, visando à condenação de ALBERT PEREIRA MOUSINHO, acusado de ter
assassinado, no dia 26/08/2017, a estudante, no bairro do Amapá. Horas após a
morte da garota, o mesmo solicitou ajuda a seu comparsa, RIBAMAR DE SOUSA LEITE,
para se desfazer do corpo da menina, de acordo com as investigações da Polícia Civil.
Segundo o relato da mãe, o vigilante
teria atraído a vítima para casa dele, onde foi espancada, torturada,
estuprada e morta pelo acusado. O mesmo teria escondido o corpo de Dara por 24
horas embaixo da cama. Tempos depois, convidou o referido comparsa para desovar
os restos mortais em um barranco próximo ao rio Itacaiúnas em Marabá, durante a noite. Ao ser preso, o vigilante alegou legítima defesa ao asfixiar a jovem. Na mensagem, Nilza Alves deixa transparecer o sofrimento de uma mãe, ao ver uma filha ser assassinada de maneira covarde.
Com o cerco da polícia, Albert Pereira tentou
assaltar a Agência do Banco do Brasil, localizada na Rodovia Transamazônica, Núcleo
Cidade Nova, dia 08/09/2017, onde trabalhava, buscando conseguir dinheiro para
fugir da prisão, pois o mesmo já havia sido ouvido, negou
envolvimento na morte de Dara Alves, mas a Delegada Raissa Beleboni, Chefe da Divisão de Homicídios da 21ª Seccional de Polícia Civil de Marabá, desconfiou da versão dele e já
iria pedir a prisão do acusado.
Na época, o namorado dela,
Oseias Resplandes Costa, 33 anos, também estudante da escola Elinda Simplício
Costa, Laranjeiras, foi preso como suspeito, mas foi solto dias depois, após o
vigilante confessar o crime. Oseias Costa foi execrado pela sociedade
marabaense, ao ser preso, e mesmo após ter sua liberdade
restabelecida, abandonou os estudos, passa por sérios problemas sociais e
psicológicos em decorrência da injusta acusação por parte da polícia e da
justiça. A primeira audiência de Albert Pereira Mousinho está prevista para
acontecer no 04/12/2017, às 9h 30, na Comarca de Marabá. "Se ficar provada a culpa dele, que apodreça na cadeia".




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