As múltiplas faces de Diego Aquino
A
primeira influência musical surgiu na infância, ao ver os pais, ouvirem Jovem Guarda,
Maria Bethânia, Bee Gees, Beatles e a clássica música sertaneja de Goiás. Um artista completo no palco, além de possuir uma voz
privilegiada, ao cantar os mais diversos ritmos, ainda dança e interpreta as canções
durante os shows. Esse é DIEGO AQUINO
CAVALCANTE GONÇALVES, o “Diego
Aquino”, 29 anos, natural da pacata cidade de Gurupi (GO). Como acontece
com a maioria dos artistas da música, começou a cantar em corais da Igreja Católica.
Ao mesmo tempo, fazia aula de teclado e dava os “primeiros passos” para
aprender a tocar violão, mas foi na igreja evangélica, aos 14 anos, onde
começou a cantar, tocar instrumentos, dançar e participar de aulas de teatro.
Aos
16 anos de idade, a família migrou para Jacundá (PA), porém durante um ano,
Diego Aquino ficou afastado da música, devido a um choque entre suas questões
emocionais, próprias de um adolescente, e os dogmas da igreja frequentada pela
família, mantendo apenas o hábito de compor. Em seguida, rompeu de vez com a “ligação
amarga entre música e religião em sua vida”. Há 6 anos, chegou a Marabá (PA), em 2012,
ingressou na Universidade Federal do Pará, cursando Ciências Sociais. Diego
passou a frequentar um ambiente, onde havia gente de todo tipo, envolveu-se em
diversas atividades acadêmicas, conheceu discursos não religiosos, crenças diversas,
definiu sua sexualidade e passou a viver de bem com a vida. Com o tempo, o
“perfil artístico próprio prevaleceu”, reencontrou a si mesmo, dedicou-se com mais
vontade às atividades artísticas e passou a viver profissionalmente da música.
Influenciado
por uma amiga, em 2013, participou do Festival de Música Paraense, organizado
pela Rede Brasil Amazônia de Comunicações (RBA), interpretando letras próprias
e de amigos, vindo a conhecer inúmeros instrumentistas, cantores e produtores
durante as várias edições do evento. O “caminho” para tocar na noite marabaense se iniciava ali.
Locais badalados, na época, como Chaplin, Toca do Manduquinha e antigo Cantão
serviram como “palco inicial” para moldar um dos artistas mais completos da
noite marabaense, sempre acompanhado por Itair Rodrigues, parceiro, baixista e produtor
musical. Detentor de estilo único no palco, livre de rótulos e imutabilidades, Diego
Aquino define seu repertório como repleto de música experimental, alquimia
musical, liberdade de criação, misturas e improvisações, mas sempre
influenciado pela dança e pelo teatro.
Quem
gosta, ver nele um artista performático e completo. Já os críticos, rotulam-no
como uma “Pomba Gira” dos palcos, uma figura enigmática da Umbanda, religião detentora
da simpatia do cantor hoje. Diego Aquino participou do Festival da Canção em
Marabá (FECAM), diversos festivais ocorridos na antiga UFPA, mostra musical
como Giro Cultural, Música na Estrada, Mural Cultural. Teve participação
especial no álbum “Fé no Canto” de Jane Martins, com participação do cantador Clauber Martins e no Festival Cilindrada,
organizado pela casa noturna Maverick 73. No final de 2017, deu um passo muito
importante na carreira, quando fez um show autoral, intitulado “(des)AMOR”,
lotando o auditório do SESC de Marabá. Esse evento iniciou a definição de um
perfil musical próprio que deverá ser levado para o Pará e para o Brasil a
partir de 2018.
O
cantor Diego Aquino possui talento suficiente para “explodir” no cenário da
música nacional, mas precisa definir o perfil musical aceito pela mídia do “show bussiness” nacional. Durante a
semana, ele pode ser encontrado na casa noturna Resenha da Serra, Maverick 73 e
Boteco Municipal. No Facebook e Instagram, basta procurar Diego Aquino e seguir
a agenda do artista. Contatos para shows pelo número (94) 99131 4151. Entrevistas
e apresentações de Diego Aquino poderão ser acessadas a partir do endereço: https//youtu.be/AvfSWwKU9t8. O vídeo de seu
mais novo sucesso “Não sou pra casar”
pode ser encontrado no endereço: https//youtu.be/wwQ29LLn79Y.
Se trilhar o caminho correto, “a música paraense estará lapidando uma joia a
ser descoberta pelos amantes da boa música brasileira”.




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