Clientes reclamam de atendimento em banco de Marabá
Contrariando
a Lei Municipal Nº 15.211/2008, que obriga as agências bancárias a atender o
cliente em até 30 minutos, em dias normais, e até 45 minutos, em dias de
véspera de feriado, na cidade de Marabá (PA), a agência do Banco do Brasil, Código Nº 8566, localizada na Rodovia Transamazônica, próximo ao Posto de Saúde Pedro
Cavalcante, bairro do Amapá, vem fazendo o cliente aguardar na fila do setor de
“Atendimento a Pessoa Física” por mais de 2 horas. Essa demora aconteceu
durante o expediente do dia 2/2/2018, sexta-feira, conforme o correntista
Fernando Gazão. Ele afirma que não é a primeira vez que acontece essa lentidão no atendimento nessa agência do Banco do Brasil na cidade.
Outro
correntista afirmou que retirou a senha 11h 35mim, mas só veio a ter seu
atendimento concluído às 13h 48 mim, passando 2h 13 min na fila de espera. O
Banco do Brasil necessita rever a estrutura de material e de pessoal para
facilitar o acesso de seus clientes aos serviços bancários. O número de guichês
e de atendentes sempre foi insuficiente na instituição bancária. O Código de
Defesa do Consumidor (CDC) e a Lei Municipal Nº 15.211/2008 preveem uma série
de sanções administrativas ao banco que descumprir a legislação. As penalidades
variam de uma simples advertência, imposição de multas ou até mesmo fechamento
do estabelecimento do Banco do Basil em Marabá, caso a agência não tome
atitudes para resolver o problema.
Ocupando
um prédio às margens da Rodovia Transamazônica, outro problema enfrentado pelos clientes é a falta de estacionamento. O espaço destinado aos veículos na
frente da agência bancária não cabe 5 cinco carros. Por ficar localizado em uma
curva, onde os automóveis trafegam em alta velocidade, ninguém se arrisca a
deixar seu automóvel na extensão da pista de rolamento. O Acesso dos pedestres
também é muito difícil e perigoso. Apesar de existirem outros serviços, como o setor
de caixas eletrônicos, funcionando bem, os problemas citados precisam de resolução
rápida. Como diz o jargão popular, “tempo é dinheiro” e “vida a gente só tem
uma”.



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