Jatene ainda não autorizou construção de ponte sobre o Rio Araguaia
Questões
meramente políticas estariam impedindo o Ministério dos Transportes de
construir uma ponte na BR 153, sobre o Rio Araguaia, ligando as cidades de Xambioá
(TO) a São Geraldo (PA). Rola nos bastidores da política que o governador Simão
Jatene estaria fazendo “beicinho” para não resolver os problemas pendentes,
autorizando a construção da ponte, ligando os dois estados. Segundo relatos, o governador estaria alegando não ter sido informado das obrigações relativas ao Pará em relação ao início das obras, antes da assinatura da Ordem de Serviço pelo
presidente Michel Temer, em cerimônia realizada em Xambioá, no dia 14/2/2018, e
depois em São Geraldo do Araguaia nem participado do ato festivo. Agora estaria fazendo “jogo duro”. Atualmente,
a travessia do rio é feita de balsa.
A obra está orçada em cerca
de R$ 132 milhões, dinheiro proveniente de emendas de parlamentares do estado
do Tocantins. Prevista para beneficiar 1,5 milhão de pessoas, a construção da
Ponte sobre o Rio Araguaia é um sonho antigo dos habitantes da região. Segundo
o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, o valor não inclui gastos
com supervisão da obra, licenciamento ambiental e desapropriações. A obra
custaria algo em torno de R$ 160 milhões, conforme previsão do governo do
estado do Tocantins. Caberá aos 2 estados pagar essa espécie de
contrapartida de R$ 28 milhões para construção da ponte. Existem relatos de que, na verdade, o atraso no início da obra estaria ligado também a embargos judiciais no processo licitatório, com tramitação no Supremo Tribunal Federal, segundo informações do DNIT.
De acordo com alguns figurões da política paraense, esse travamento da construção, atende pelo nome de Helder Barbalho. Pressionado pelo seu grupo político, Simão Jatene estaria preocupado com a tendência de crescimento do nome de Helder na corrida eleitoral. Criar dificuldades para atrasar o início de um empreendimento desse porte, faz parte do jogo político, tendo em vista que o afastamento da pasta do Ministro da Integração Nacional ocorrerá no início do mês de abril e ele não seria o "pai da criança". Se esse atraso no início das obras for realmente intencional, "será o fim da picada".
De acordo com alguns figurões da política paraense, esse travamento da construção, atende pelo nome de Helder Barbalho. Pressionado pelo seu grupo político, Simão Jatene estaria preocupado com a tendência de crescimento do nome de Helder na corrida eleitoral. Criar dificuldades para atrasar o início de um empreendimento desse porte, faz parte do jogo político, tendo em vista que o afastamento da pasta do Ministro da Integração Nacional ocorrerá no início do mês de abril e ele não seria o "pai da criança". Se esse atraso no início das obras for realmente intencional, "será o fim da picada".



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