Campanha eleitoral em Marabá continua “morna” e sem empolgação do eleitor
Os
candidatos a cargos eletivos em 2018 não estão empolgando os eleitores de
Marabá, Sudeste do Pará. Salvo alguns “gatos pingados” pagos para balançar as
bandeirolas nos sinais e cruzamentos, quase não se houve falar em campanha
eleitoral, a não ser pelos próprios candidatos e seus cabos eleitorais. Ainda
se ouve um pouco de “barulho” quando se fala na campanha para governador.
Alguns simpatizantes afirmando que Helder Barbalho leva no 1º turno, outros
contra argumentando um possível 2º turno, no Pará.
Grande parte
dos eleitores reclama da falta de candidatos com perfil adequado para
representar Marabá na Assembleia Legislativa do Pará. O que mais se houve nas
rodadas de “mesa de bar”, é o famoso “são
muito fracos, vou votar por obrigação, não pelas propostas apresentadas até
agora. Elas são sempre as mesmas”. Reclamam os eleitores. A verdade é que a
retirada do carro de som das ruas, a proibição do uso de pintura de muros e a
limitação do tamanho dos cartazes e banners, tornou a campanha mais “invisível”
aos olhos do eleitor. Apenas a adesivação de carros particulares traz o pleito
eleitoral para mais próximo do eleitor.
Muitos
candidatos apostam todas as fichas nos últimos 15 dias de campanha. Mesmo com o
uso do “Fundo Partidário”, os políticos possuidores de uma estrutura financeira
maior, vão continuar “levando vantagem” sobre seus concorrentes. Os ataques pessoais
através das redes sociais aos candidatos, em relação à eleição de 2016, diminuíram
bastante, mas ainda persistem. O eleitor marabaense aguarda propostas que
venham, de fato, melhorar a vida do povo. Chega de tentativa de intimidação e
balela. A motivação do eleitor surge com novas propostas, não através de
ataques ao concorrente.
A Lavajato
não alcançou o resultado tão propagado pelo Ministério Público Federal, pois
vários citados na Operação estão praticamente eleitos no 1º tuno em seus
estados, com Lavajato e tudo, depois da prisão de Lula, “as coisas se acalmaram”,
os candidatos de “Direita” ou “Esquerda” não conseguiram se distanciar nas
pesquisas e o novo presidente do Brasil deverá ser conhecido apenas no 2º turno,
se nada de anormal acontecer. Como diz o ditado popular: “Está tudo como dantes no quartel
de d’Abrantes”.




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