Ódio e intolerância - Campanha eleitoral do Pará é alimentada a base de fake news
Uma
notícia falsa acusando o candidato a governador, Hélder Barbalho (15), de não cumprir
algumas promessas de obras não realizadas, às vezes, publicados sem a anuência,
das próprias equipes de marketing de Márcio Miranda (45), vem confundindo a cabeça
do eleitor. Márcio Miranda também sofre diariamente com as chamadas fake news.
Algumas o acusam de irregularidades em sua aposentadoria militar, má
administração na Assembleia Legislativa, entre outras acusações. Essas fake news,
de um lado ou de outro, estão “mascarando” as propostas de campanha de cada
candidato, agredindo-os pessoalmente e a seus familiares.
As
obras citadas nas fake news, supostamente não concluídas, apenas duas são de
responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, mas o recurso já está na
conta das prefeituras. Em Marabá, por exemplo, a Lei Eleitoral impediu o início
das obras. Cada prefeito é responsável para realizar a licitação e iniciar a
obra de sua cidade. A execução do restante das obras mencionadas é de
responsabilidade de outros ministérios do governo federal. Portanto, Hélder não
deixou de honrar seus compromissos. Antigamente, em uma campanha eleitoral, se
falava mal da pessoa do candidato, mas não se inventava notícias falsas para
ganhar votos, como vem ocorrendo na campanha de 2018, tanto no Brasil como no
Pará.
O
candidato Márcio Miranda já anda cansado de rebater as fake news através de
vídeos e notas publicados. Neste momento, em um Brasil onde parte dos adeptos
das redes sociais são seguidores de Steven Bannon, 64 anos, o cara que mudou o resultado
da eleição americana a favor de Donald Trump, usando as fake News, com
mentiras, fatos inventados, discurso de ódio, homofóbico, racista, misógino e xenófobo,
o processo eleitoral do Pará está impregnado desses argumentos mentirosos.
Como ministro da Integração
Nacional, Helder Barbalho conseguiu recursos para investir em diversas obras
necessárias de prevenção no estado, que vão garantir a segurança da população
e, também, estimularão o desenvolvimento da economia local. É o caso das 10
orlas do Mosqueiro, Santarém, entre tantas outras. Da mesma forma, Márcio
Miranda trabalhou para o povo paraense durante seus três mandatos na Assembleia
Legislativa. Segundo o Coordenador da Campanha de Márcio Miranda em Marabá, vereador
Pedro Correa, as fake news não podem ser fomentadas, ao contrário, o processo
político deve ser pautado pela ética, moral e trabalho sério. “As pessoas de bem não podem compartilhar
notícias falsas”, disse Pedrinho. Como diz o ditado popular: “Galinha que
acompanha pato, morre afogada”.
"Que vença a democracia e o melhor para o povo do pará".

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