Política de A–Z: ameaça terrorista na posse de Bolsonaro; briga por poder provoca racha na direita de Marabá; Temer arrega
A Polícia Federal investigará em um inquérito uma suposta ameaça de
atentado na posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, marcada para o dia 1º.
Segundo uma fonte da PF, a atuação do órgão na posse presidencial não será
alterada.
Bomba em igreja
A autoria é de um grupo que se define
como terrorista e reivindicou ter colocado uma bomba em uma igreja em
Brazlândia, região administrativa do Distrito Federal, na madrugada de Natal,
no dia 25 — o artefato explosivo foi desarmado pela Polícia Militar.
“Maldição
Ancestral”
A Polícia Civil começou a investigar
o caso e chegou a um grupo autointitulado “Maldição Ancestral”, que disse ter
colocado a bomba ao lado da Igreja Santuário Menino Jesus, no centro de
Brazlândia. As informações foram remetidas à PF, que tem atribuição de
investigar suspeitas de ameaças a presidentes da República.
Racha
Fonte confiável da coluna informa que a direita de Marabá, assim como em São Paulo, está dividida. Ocorre que o candidato apoiado pelo grupo em 2018 não contará com a bênção deste em 2020, por ter sido considerado um candidato 'fraco' pela direita. E o bate-boca por poder ocorre sempre via WhatsApp.
Troca de farpas
O ex-candidato à Alepa Jimmyson Pacheco (PSC), apoiado pelos grupos Direita e Endireita Marabá nas eleições 2018, foi acusado pelo coordenador Max Souza e pelo assessor parlamentar do vereador pastor Ronisteu Araújo (PTB), Anderson Damasceno — também dirigente do grupo —, de não ter atuado, durante o pleito, contra aborto, drogas e ideologia de gênero com veemência ('em cima do muro'), dando a entender que era simpatizante de tais pautas.
Outro lado
Na vanguarda, Pacheco desmente Max e Anderson em um longo discurso fragmentado (em diversas mensagens), onde expõe o porquê da rixa no grupo. "O grupo Direita Marabá não irá me apoiar simplesmente porque um integrante também quer ser candidato", disse.
Frustração
"Aqui mesmo no grupo tem pessoas
que pregam ser santas, louvam o nome do Bolsonaro, mas eu e Deus sabemos as
peças de destruição que são", afirmou. "A frustração foi tão grande
com o processo político, que hoje eu penso mais na minha família, quero ser
melhor pai, esposo, filho e amigo de quem é meu amigo", completou.
Traição
"O que eu enfrentei não desejo para ninguém... a resistência para a maldição é grande. E quem eu pensava que estava ao meu lado, na verdade não estava. Simplesmente ganhando dinheiro de outro candidato e fingindo ser meu amigo", disparou.
Credibilidade em xequeA primeira pergunta que o leitor deve se fazer é: se Pacheco de fato apoia aborto, drogas e ideologia de gênero, como dá a entender Anderson, por que então que o mesmo foi o candidato apoiado pela direita nessas eleições? A acusação levantada pelo assessor coloca em xeque os apoios dos grupos.
'Vai todo mundo perder'
Em um de seus mais poéticos
discursos, a estocadora de vento Dilma Rousseff (PT), que serviu como
presidente da República (lembrança arrepiante), traduziu o que essa briga por
poder denota: a ruína.
Contra-resposta
Contra-resposta
Após a publicação da coluna, o assessor Anderson Damasceno publicou um texto nas redes do grupo Direita Marabá em que chama o conteúdo a que tive acesso de 'inverdades', e acrescenta dizendo que o teor das conversas fora 'distorcido' pelo Política de A–Z. É falso. Em uma nota confusa, induz o leitor a erro e mente ao dizer que sou o autor do site.
*No ato da publicação da coluna, deixamos o espaço em aberto para atualizações e/ou correções. A última foi feita às 22:37 de 28/12/2018.
*No ato da publicação da coluna, deixamos o espaço em aberto para atualizações e/ou correções. A última foi feita às 22:37 de 28/12/2018.
Caso Queiroz
O general Hamilton Mourão, eleito vice-presidente
da República, disse que Fabrício de Queiroz o convenceu com as explicações
dadas em entrevista ao SBT sobre as movimentações financeiras atípicas
detectadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Fim de mandato
Aos poucos, a rejeição ao nome de Temer cai, enquanto que a aprovação sobe a passos filosóficos, mas, de acordo com a última pesquisa Datafolha, o presidente ainda tem o menor índice de bom e ótimo antes de deixar o cargo em 3 décadas. Ele é aprovado por 7% e reprovado por 62%.
Fim de mandato
Aos poucos, a rejeição ao nome de Temer cai, enquanto que a aprovação sobe a passos filosóficos, mas, de acordo com a última pesquisa Datafolha, o presidente ainda tem o menor índice de bom e ótimo antes de deixar o cargo em 3 décadas. Ele é aprovado por 7% e reprovado por 62%.
(Im)popularidade do presidente
"Se o presidente tivesse quatro anos de mandato, terminaria seu governo mais popular que o cantor Luan Santana", disse o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) sobre o recuo da rejeição à gestão Temer.
Arregou
Depois de ter sido anunciado pela Secom
que Temer romperia com a 'tradição' do indulto de Natal, o presidente mudou de
convicção depois de um pedido do defensor público federal em exercício, Jair
Soares Júnior, e decidiu editar o decreto que o concede. Temer deve deixar os
condenados por corrupção fora do benefício, mas o texto do decreto ainda não
está pronto.
Reapareceu
Três anos e dois meses após naufragar
com 5 mil bois vivos no porto de Vila do Conde, em Barcarena, o navio Haidar,
responsável por um dos maiores acidentes ambientais na região banhada pelo rio
Pará, 'ressuscitou' das águas.
Entenda
O navio Haidar afundou com mais 5 mil bois vivos e 700 toneladas de óleo no dia
6 de outubro de 2015. O desastre ambiental é considerado um dos maiores
registrados no Pará. O naufrágio deixou rastros de destruição pelos rios de
Barcarena, Abaetetuba e ilhas vizinhas.
Vigarista
Vigarista
A Polícia Civil prendeu, em Minas
Gerais, um homem suspeito de ser um falso médium em Belo Horizonte. Djalma Alves
da Silva, de 55 anos, ainda tentou subornar policiais com R$ 20 mil para ser
liberado, e foi preso em flagrante por corrupção ativa pela tentativa de
suborno.
Mortes
no trânsito
Segundo a Organização Mundial da
Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com mais mortes no trânsito na América.
Atenção!
No fim do ano, quando muita gente
viaja pelas estradas, é fundamental tomar todos os cuidados para evitar
acidentes: checar o nível de água e óleo; o funcionamento dos freios, dos
faróis e da suspensão; o estado dos pneus; a parte elétrica; as luzes de
freios; piscas; lanterna; faróis; painel; e o nível do tanque de combustível,
além dos documentos do carro e da habilitação.
Próspero
Ano Novo!
A você, desejo um próspero 2019.
Agradeço pela audiência de sempre, pelos leitores que transformaram-se em
amigos e, sobretudo, a Deus, aquele que tudo pode em nossas vidas. Segundo o
provérbio português, "o nada com Deus é tudo, e o tudo sem Deus é
nada". Até 2019!
Vinnicius Soares é estudante e estagiário no Ministério Público do
Estado do Pará (MPPA). E-mail: vinnicius@carajas.info.


Você editou a conversa. Fragmentou a narrativa e distorceu os fatos.
ResponderExcluirO que houve foi UMA DEMORA DE POSICIOANMENTO acerca de temas polêmicos.
Em momento nenhum afirmei que Pacheco apoia essas coisas.
E mais... Há inúmeras postagens no meu blog e no Direita Marabá do Jimmyson sendo contra ideologia de gênero, aborto, etc.
REPITO! A questão foi receio de posicionar PORQUE NO PARÁ as pautas da esquerda (por enquanto, rsrs) são hegemônicas.
E uma dica, autor do blog, CHAMA PACHECO E A MIM E FAÇA UMA MATÉRIA SÉRIA E COM CREDIBILIDADE.
Abraço.
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirConcordo mais com a.nota do site do que com o assessor. versão recheada de controvérsias
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