A comida, a bebida e a morte
Quando as pessoas chegam aos 50 anos, a maioria atinge a estabilidade
financeira. “A onda é curtir a vida”. Com grana no bolso, a tendência do
indivíduo é se tornar preguiçoso e acomodado. O negócio é descansar, viajar, “comer
de tudo” e beber à vontade. Praticar exercício físico nem pensar. “Não gosto de
malhar nem correr”. Essa fala é usada como “muleta” para justificar a prática
do sedentarismo pela maioria.
Com um Acidente Vascular Cerebral a cada 5 minutos,
decorrente da “pressão alta”, o temido “derrame”, também conhecido como AVC”, provoca
uma morte a cada cinco minutos e 100 mil mortes, por ano, no Brasil. No mundo,
ocorrem 6 milhões de óbitos por ano. Logo devemos nos preocupar e muito,
afinal, “passar dessa para uma melhor” por falta de cuidados com a alimentação
e exercício físico, não será obra do destino, mas sim de um desleixo total com
a saúde.
Como se não bastasse, a falta de zelo com “o que se come”
e a ausência de exercício físico provocam também o “temido infarto”. Aquela doença que
mata o indivíduo, de maneira fulminante e sorrateira, sem nenhum sintoma
prévio. Sem avisar, ele “manda para o buraco” em torno de 70 mil pessoas por
ano no Brasil. Após o meu vizinho dormir e não acordar mais, me convenço de que
“o sol na cara” durante a corrida da tarde ou o tormento de acordar às 5 da
manhã para "correr do cachorro", acalentam a minha alma. Afinal, mesmo com o cansaço e as dores, prefiro continuar "vivinho da silva".



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