Ex-Policial Militar Executado em Via Pública
Ao
entrar na rua José Bandeira, entre Boa Esperança e Itacaiúnas, Próximo à Feira
Coberta Das Laranjeiras, o Ex-Policial Gildicélio Alves de Souza sofreu um
atentado à bala, ontem, 16/12/2017, por volta de meio dia, em plena via
pública. “Gil”, como era conhecido, ao diminuir a velocidade de seu veículo
prata, foi alvejado, segundo testemunhas, com pelo menos 12 tiros, desferidos
por uma pistola automática. “Era tiro que não acabava mais”, falavam as pessoas interrogadas por policiais, colegas de Gildicélio, cerca de 15 minutos após o
atentado, em Marabá.
Mesmo
afastado da Polícia Militar, em fase de recurso,
Gil era um jovem muito conhecido no complexo Cidade Nova, por ter sido um ótimo
jogador de futebol amador. Carismático e destemido, o atentado sofrido por ele
chocou as pessoas que o conheciam desde a infância nos bairros Laranjeiras e
Liberdade. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, Gildicélio Souza ainda
respirava, imediatamente foi removido para o hospital, mas por volta de 18h
30min, pessoas próximas comunicaram seu falecimento através das redes sociais.
O mesmo era pai de uma filha e deixou amigos e familiares chocados com a brutalidade
de sua execução.
Assassino Trapalhão – Testemunhas relataram que o
comparsa encarregado de dá fuga ao pistoleiro, ficou esperando o desfecho na
esquina em frente à Feira Coberta, em uma moto preta e sem placa, suposto local
combinado entre os dois para fuga, após a execução do Ex-Policial. O problema é
que após os primeiros disparos, uma multidão se deslocou rumo aos tiros, fato
que deixou o executante “meio perdido” e sem contato com o meliante da
motocicleta. Após “idas e vindas dos dois”, tentando se encontrar, o matador
foi resgatado no meio da multidão pelo comparsa sem despertar suspeita. Em
questão de minutos, o local estava cercado por policiais civis e militares,
buscando depoimento de testemunhas e imagens de câmeras de segurança. No final
da tarde, as redes sociais davam conta de que a dupla já estaria identificada
pela polícia, mas Gildicélio Souza havia falecido.



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