Onda de violência assusta população

O espírito natalino não anda fazendo parte do coração de pistoleiros e assaltantes em Marabá. Nos últimos 4 dias, ocorreram duas execuções em praça pública e no meio das pessoas. No sábado, 16/12/2017/, o ex-policial Gildicélio Alves de Souza foi morto na rua José Bandeira, bairro Laranjeiras, por volta do meio dia. Na Vila Cupu, zona rural de Marabá, domingo, 17, foram assassinados Edinaldo Pimentel do Carmo, 34 anos, e Werton Oliveira Pimentel, 18 anos, tio e sobrinho respectivamente. Como sempre,"ninguém sabe, ninguém viu".
Segunda-feira, 18, foi perseguido e liquidado a tiros, às 14 horas, na praça São Francisco, bairro Cidade Nova, o ex-presidiário, Antônio Alves de Lima, 23 anos. Segundo os militares, na “gíria policial”, ele era conhecido como “clínico geral”, pois fazia de tudo um pouco. O meliante foi morto em meio a várias pessoas, em torno de 14 horas. Um pouco antes, circulava nas redes sociais, fotos e vídeo de um assalto a um cidadão, em plena luz do dia, em uma casa lotérica, localizada na Avenida Tocantins, no bairro Novo Horizonte, uma das ruas mais movimentadas da cidade. Ontem, terça-feira, 19, a polícia militar prendeu uma quadrilha após assalto à Clínica MedClínica, Fl 32, às 15h 30min, aproximadamente, bairro Nova Marabá. Não foram mencionados os demais assassinatos, assaltos e roubos ocorridos no restante da cidade nos últimos dias.
Falando em violência, nos últimos 2 anos, os moradores do bairro Novo Horizonte viviam em um “céu de brigadeiro” em relação ao baixo índice de assaltos, mas nos últimos meses, vira e mexe, os habitantes de um dos locais mais tranquilos de Marabá vêm sofrendo com uma grande quantidade de assaltos. As maiores vítimas são mulheres e estudantes nas proximidades das escolas. Está na hora da polícia militar voltar a “arrochar” esses desocupados. Por último, foi encontrado na madrugada de terça-feira, 19, a 8 km após o posto da Polícia Rodoviária Federal, BR 115, sentido Parauapebas,  o corpo do estudante de direito da Faculdade Carajás, sem as pernas, Lidivan Costa Pelais e a causa mortis do jovem está sob suspeita. "Órgãos de segurança, o povo anda assustado!"

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