Guerra entre ambulantes e prefeitura
O Código de Postura de Marabá prevê retirada de ambulantes
de logradouros públicos, o que vem sendo realizado, há meses, mas causando uma
confusão enorme entre os trabalhadores informais e os agentes da PMM, mesmo diante
de uma prévia notificação por parte da Postura Municipal, conforme noticiado no
site oficial da Prefeitura. O assunto ocupa grande parte dos debates nas redes
sociais. Uns elogiando a Prefeitura de Marabá outros defendendo o direito de
trabalhar dos ambulantes.
Se o cidadão analisar friamente a Lei Municipal, deixar ruas e calçadas livres para os pedestres transitarem, será uma atitude legal. A Prefeitura de Marabá não estará agindo errado, ela está apenas
cumprindo a lei, só não está sendo humana, mas se você observar do ponto de
vista social dos ambulantes, a coisa não é bem simples assim. A ação prejudica
bastante esses trabalhadores sem carteira assinada.
Com o agravamento da crise econômica no Brasil, várias pessoas perderam seus empregos e foram "empurradas" para o trabalho informal. Desse mercado é retirado o sustento das famílias. Se forem proibidas de vender suas mercadorias ou comidas, ficará complicado o sustento da casa. O direito de acesso a maior necessidade da vida, a alimentação, é básico e elementar. Deixar as ruas e logradouros livres de barracas e bancas, também faz parte de uma cidade bonita e gostosa para se viver. Existia camelô trabalhando na avenida Getúlio Vargas, há mais de 15 anos. E agora? “Coitado dos ambulantes”


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